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Fábio Felix

224 denúncias

LGBTQIA+ e direitos humanos

de violência policial. É o que a Comissão de Direitos Humanos, que presidimos, monitorou entre 2020 e 2025.

O problema

No Brasil, existir em paz ainda depende do endereço. Pessoa trans com nome social respeitado no DF pode perder essa garantia ao cruzar a divisa pro estado vizinho.

A violência tem farda quando o Estado falha

No Carnaval de 2026, um bloco LGBTQIA+ de Brasília terminou com spray de pimenta da PM. Registramos o abuso e levamos às autoridades — como fazemos com cada uma das denúncias que chegam até a Comissão.

Terapia de conversão? No DF, isso já é crime

Fora daqui, na maior parte do país, segue sem resposta legal nenhuma.

A prova

Somos o primeiro mandato distrital assumidamente gay da história da CLDF. Aprovamos a lei que responsabiliza quem pratica "cura gay". Aprovamos o nome social em documentos e certidões, do registro em vida até a lápide. Criamos o Prêmio Marielle Franco de Direitos Humanos. Ajudamos a conquistar o Conselho LGBT do DF, criado em dezembro de 2025.

Na presidência da Comissão de Direitos Humanos, não fechamos os olhos pra violência policial: monitoramos denúncia por denúncia e levamos cada abuso ao Ministério Público.

Quero existir em paz

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