Pautas
Foco máximo
- Custo de vida
É o que o brasiliense gasta, em média, só pra sobreviver.
- LGBTQIA+ e direitos humanos
de violência policial. É o que a Comissão de Direitos Humanos, que presidimos, monitorou entre 2020 e 2025.
- Mobilidade e tarifa zero
do custo do seu ônibus já sai do dinheiro público. Mesmo assim, você paga caro pra entrar.
- Serviço público
É sobre o posto de saúde onde falta médico. A escola do seu filho. O guichê do INSS na hora da sua aposentadoria.
- Combate à extrema direita
Aconteceu aqui. Os prédios depredados naquele domingo são os prédios onde o povo desta cidade trabalha.
- Combate à corrupção e aos poderosos
foi o que o BRB, o banco público dos brasilienses, repassou pro Banco Master, um banco privado que o próprio Banco Central reprovou.
Foco estratégico
- Antirracismo
do DF é negro. É a maioria que constrói a cidade. Também é a que mora mais longe, ganha menos e enterra os seus mais cedo.
- Educação
Foi o ano em que os professores da rede pública pararam. O DF sentiu o que a escola segura quando funciona, e o que desaba quando o governo trata ela como despesa.
- Mulheres
foi o que a CPI do Feminicídio, que relatamos, entregou ao poder público depois de dois anos ouvindo famílias, vítimas e agressores.
- Saúde
O DF tem a segunda pior cobertura de CAPS do país. A resposta do governo pra crise de saúde mental foi propor internação forçada, não abrir mais serviço.
- Meio ambiente
foi quanto o Brasil derrubou o desmatamento da Amazônia com uma política de Estado. O Cerrado, bioma do DF, nunca teve um plano com essa força.
- Trabalho e cultura
foi o corte que o governo do DF deu no Fundo de Apoio à Cultura. E o algoritmo que decide sua corrida, seu preço e sua punição não mostra a regra pra ninguém.
Presença importante
- Crianças e adolescentes
É o que a Constituição promete a toda criança e todo adolescente do Brasil. Quase quatro décadas depois, ainda falta dinheiro, articulação e continuidade pra essa promessa valer de verdade.