Pular para o conteúdo
Apoie jáApoie já (abre em nova janela)

Quem é Fábio Felix

Trajetória

Assistente social, professor, servidor do sistema socioeducativo e o deputado distrital mais votado da história do Distrito Federal.

Antes de ter mandato, foro ou microfone, Fábio Felix já denunciava tortura contra adolescentes internados no antigo CAJE. Ele não chegou aos direitos humanos pela política. Chegou à política pelos direitos humanos.

Quero fazer parte dessa história

Trajetória

Antes de qualquer mandato

Fábio se formou assistente social na Universidade de Brasília e começou onde quase ninguém quer trabalhar. Atuou na Rodoviária do Plano Piloto, com adolescentes em situação de rua, e depois no antigo CAJE, o centro de internação de menores do DF, onde denunciou tortura e violação de direitos de adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa.

Presidiu o Conselho Distrital dos Direitos da Criança e do Adolescente sem nunca ter disputado uma eleição. É professor, e segue servidor do sistema socioeducativo até hoje.

Essa ordem importa. O trabalho veio antes do mandato, e é ele que explica por que a Comissão de Direitos Humanos virou o que virou nas mãos dele.

2018

O primeiro

Em 2018, Fábio foi eleito o primeiro deputado distrital assumidamente gay da história da Câmara Legislativa do DF. Em 2022, foi reeleito com 51.792 votos, a maior votação para deputado distrital que o Distrito Federal já registrou.

A convicção que ele levou para o parlamento é simples: a política precisa de gente que carrega na pele os problemas que vota, e não só de gente que fala sobre eles.

E ter um LGBT assumido no comando nunca estreitou o alcance do Gabinete 24. As leis que saíram dali são de moradia, saúde, educação, cultura, meio ambiente e serviço público, além das que protegem a própria comunidade.

2018Eleito deputado distrital
51.792Votos em 2022

Mandato

O que o mandato construiu

  1. Comissão de Direitos Humanos como porta de entrada

    Fábio a preside desde 2019 e transformou o que era uma comissão técnica em referência de acolhimento: mais de 8 mil denúncias recebidas, apuradas e encaminhadas, em feminicídio, racismo, LGBTfobia, tortura, violência contra crianças e adolescentes e população em situação de rua.

  2. CPI do Feminicídio

    Ele propôs e relatou. Dois anos de trabalho, mais de 80 recomendações e seis leis aprovadas, entre elas a primeira do Brasil a amparar órfãos de feminicídio.

  3. Pandemia — Comissão da Vacina e Ação Covid

    Presidiu a Comissão da Vacina e enfrentou o negacionismo. Criou a Ação Covid, que fiscalizou unidades de saúde em todas as regiões do DF para mapear falta de insumo e de estrutura.

  4. CPI do 8 de janeiro

    No próprio dia do ataque, propôs a CPI na Câmara Legislativa. Enfrentou os generais, investigou financiadores e, quando parte da classe política ensaiou a reconciliação em 2025, repudiou publicamente o ato pró-anistia.

  5. Caso BRB–Banco Master

    Representou ao Banco Central contra a compra do Master em agosto de 2025, e o Banco Central reprovou a operação em setembro. Votou contra a entrega de imóveis públicos e contra o empréstimo bilionário, e é autor do requerimento da CPI.

  6. Edital Realize

    Em vez de distribuir emenda por indicação, o mandato criou um edital público: a comunidade escolar apresenta e escolhe os projetos. Foram 1.098 projetos e mais de R$ 26 milhões.

  7. Prêmio Marielle Franco

    Criado por ele para reconhecer quem defende direitos no DF.

Hoje o mandato preside catorze frentes parlamentares, da cidadania LGBTI+ à educação inclusiva, dos povos de terreiro aos extremos climáticos, da defesa do serviço público aos cuidados paliativos.

Próximo passo

Por que o Congresso, agora

Boa parte do que precisamos mudar não cabe mais numa Câmara Legislativa.

A lei que rege o seu contrato de aluguel é federal. A regulação das apostas é federal. O piso da professora, o orçamento do SUS e a reforma administrativa se decidem no Congresso Nacional, a quinze minutos de carro da casa onde Fábio trabalha há sete anos.

Ele fez o que dava para fazer daqui. O resto se resolve lá.

Ver o programa completo
Fábio Felix ergue a bandeira LGBTQIA+ diante do Congresso Nacional

Participação

Vem com a gente

Entra no grupo de WhatsApp da campanha e acompanha de perto essa virada.

Quero fazer parte dessa história Ver o programa completo

Ao entrar no grupo, você concorda em receber mensagens da campanha por WhatsApp. Veja nossa política de privacidade.

Fábio Felix e Keka Bagno de punhos erguidos diante do Museu Nacional

Fábio Felix

Chegou aos direitos humanos antes de chegar à política.

E não trocou uma coisa pela outra.