Atribuição do SUS inscrita na Lei Orgânica do DF
Blindou na norma mais alta da cidade o que o SUS deve garantir aqui.
PELO 3/2023
Saúde
2ª pioré a posição do DF na cobertura de CAPS do país, segundo o Ministério da Saúde.
E a resposta do governo do DF à crise de saúde mental foi propor internação involuntária e tentar remover o CAPS Candango, em vez de abrir os serviços que faltam. Psicólogos e o Movimento Nacional da População em Situação de Rua classificaram a proposta como higienista e manicomial.

O problema
Ceilândia, a maior cidade do DF, cobra o segundo hospital público e o CAPS que não chegam. A fila de cirurgia eletiva não anda. E a conta fecha com o capítulo do BRB: o dinheiro que sumiu no banco é o médico que falta no posto, a equipe que o CAPS não tem, o hospital que não sai do papel.
O que já fizemos
Blindou na norma mais alta da cidade o que o SUS deve garantir aqui.
PELO 3/2023
Saúde é o maior tema do mandato, e a posição na saúde mental é de década, não de ocasião. O princípio é o da reforma psiquiátrica: cuidado em liberdade, no território, perto da família.
Por que no Congresso
1 Na Câmara Legislativa
Deu para fiscalizar a secretaria, inscrever o SUS na Lei Orgânica, criar a política de redução de danos e segurar a remoção de CAPS.
2 Na Câmara dos Deputados
É onde se vota o orçamento do SUS, se cria o plano nacional de expansão dos CAPS e se barra a agenda de internação forçada em todo o país.
Quem decide entre o posto do seu bairro e o negócio de banco tem nome e tem cadeira. O DF escolhe em 2026 quem senta numa delas.
Referência mundial do cuidado em liberdade, tem a menor taxa de internação compulsória da Europa.
Saiu de 424 unidades em 2002 para cerca de 2.465. A escala é possível quando há decisão e orçamento.
Onde se consolidou, a mortalidade de menores de cinco anos caiu entre 12% e 41%.
350 mil cirurgias em oito meses de 2023 e recorde de 13,66 milhões de eletivas em 2024. Fila se ataca com dinheiro carimbado e gestão.
O que vamos fazer
Fila que ninguém vê não pressiona ninguém. O orçamento do SUS se vota na Câmara.
Ampliar a porta voluntária, com CAPS e Consultório na Rua, entrega o que a internação forçada promete e não cumpre. O Conselho Federal de Psicologia encontrou violações de direitos em locais de internação.
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